0335/2025 - Análise temporal e espacial da toxoplasmose congênita nos municípios de fronteira do Brasil: 2019 a 2023
Temporal and Spatial Analysis of Congenital Toxoplasmosis in Border Municipalities of Brazil: 2019 to 2023
Autor:
• Nathália Luisa de Melo Trento - Trento, NLM - <taiatrento@hotmail.com>ORCID: https://orcid.org/0000-0002-7738-2436
Coautor(es):
• Gustavo Cezar Wagner Leandro - Leandro, GCW - <gustavocezarwl@gmail.com>ORCID: https://orcid.org/0000-0002-5014-2387
• Adriana Zilly - Zilly, A - <aazilly@hotmail.com>
ORCID: https://orcid.org/0000-0002-8714-8205
• Maria Aparecida Baggio - Baggio, MA - <mariabaggio@yahoo.com.br>
ORCID: https://orcid.org/0000-0001-6901-461X
• Mara Cristina Ribeiro Furlan - Furlan, MCR - <mara.furlan@ufms.br>
ORCID: https://orcid.org/0000-0003-3227-7074
• Ana Paula Contiero Toninato - Toninato, APC - <ana.contiero@unioeste.br>
ORCID: https://orcid.org/0000-0002-7251-6423
• Neide Martins Moreira - Moreira, NM - <neidemartinsenf@yahoo.com.br; neide.moreira@unioeste.br>
ORCID: https://orcid.org/0000-0002-5051-9295
Resumo:
Objetivo: Analisar a tendência temporal e a distribuição espacial da incidência de toxoplasmose congênita nos estados com divisas internacionais e nos municípios da faixa de fronteira do Brasil, de 2019 a 2023. Métodos: Estudo ecológico de séries temporais utilizando dados do Sistema de Informações de Agravos de Notificação, com tendência temporal avaliada pelo teste de Mann-Kendall e análise espacial pelo índice de Moran global e local univariado. Resultados:No período analisado, foram confirmados 32.314 casos de toxoplasmose congênita no Brasil, com uma taxa de incidência maior nos municípios de fronteira (3,34/1.000 nascidos vivos) em comparação ao nível nacional (2,99/1.000). Amapá e Mato Grosso do Sul apresentaram aumentos significativos na taxa de incidência, passando de 0,00 para 6,21 e de 0,90 para 2,73, respectivamente, entre 2019 e 2023. Agrupamentos espaciais foram formados por 186 municípios (I=0,392; p=0,001), com 50 apresentando alta taxa de incidência, principalmente nos estados do Acre, Paraná e Rio Grande do Sul. Conclusão: A toxoplasmose congênita está aumentando no Brasil, especialmente em áreas de fronteira, que necessitam de mais ações de controle e atenção ao pré-natal.











