0206/2025 - Factors Associated with Alcohol Use Among Graduate Students in Brazil
Fatores associados ao consumo de álcool entre estudantes de pós-graduação no Brasil
Autor:
• Nayara Paula Fernandes Martins Molina - Molina, NPFM - <nayara.molina@usp.br>ORCID: https://orcid.org/0000-0001-8771-9242
Coautor(es):
• Gabriela Di Donato - Di Donato, G - <gabriela2.donato@usp.br>ORCID: https://orcid.org/0000-0001-9451-064X
• Carlos Renato Tirapelli - Tirapelli, CR - <crtirapelli@eerp.usp.br>
ORCID: https://orcid.org/0000-0002-9779-733X
• Christopher Wagstaff - Wagstaff, C - <c.wagstaff@bham.ac.uk>
ORCID: https://orcid.org/0000-0002-8013-1195
• Sandra Cristina Pillon - Pillon, SC - <pillon@eerp.usp.br>
ORCID: https://orcid.org/0000-0001-8902-7549
• Adriana Inocenti Miasso - Miasso, AI - <amiasso@eerp.usp.br>
ORCID: https://orcid.org/0000-0003-1726-7169
Resumo:
This study assessed the factors associated with the use of alcohol among Brazilian graduate students. A cross-sectional survey was conducted with 5,112 graduate students across Brazil between May and July 2022, using an electronic form on the Research Electronic Data Capture (REDCap) platform. The Ordinal Logistic Regression model with cumulative logits was used for the analysis in the R software. There were higher odds of alcohol use among graduate students facing significant difficulties in accessing the internet (OR = 2.25; CI = 1.51–3.38; p = 0.001), those spending more than three hours daily on social media (OR = 1.39; CI = 1.15–1.66; p = 0.005), using various medications (OR = 1.28; CI = 1.07–1.53; p = 0.008) including those for COVID-19 protection (OR = 1.37; CI = 1.00–1.88; p = 0.05) and psychotropic drugs without prescription (OR = 1.91; CI = 1.26–2.89; p = 0.0023), as well as tobacco (OR = 2.93; CI = 2.28–3.77; p < 0,001), cocaine (OR = 4.29; CI = 2.46–7.48; p < 0.001), and cannabis (OR = 2.19; CI = 1.78–2.71; p < 0,001). Being female (OR = 0.66; CI = 0.55–0.79; p < 0.001) and attending online classes equivalent to in-person ones (OR = 0.66; CI = 0.54 – 0.81; p < 0.001) were protective factors.Palavras-chave:
Excessive Drinking; Researchers; Mental Health; Alcohol Drinking; COVID-19.Abstract:
Este estudo avaliou os fatores associados ao uso de álcool entre estudantes de pós-graduação brasileiros. Foi realizado um levantamento transversal com 5.112 estudantes de pós-graduação em todo o Brasil, entre maio e julho de 2022, utilizando um formulário eletrônico na plataforma Research Electronic Data Capture (REDCap). A análise dos dados empregou o modelo de Regressão Logística Ordinal com o uso de logits cumulativos no programa R. Houve maiores chances de uso de álcool entre estudantes de pós-graduação que enfrentaram dificuldades significativas para acessar a internet (OR = 2,25; CI = 1,51 – 3,38; p = 0,001),, aqueles que passavam mais de três horas diárias nas redes sociais (OR = 1,39; CI = 1,15 – 1,66; p = 0,005), usavam vários medicamentos (OR = 1,28; CI = 1,07 – 1,53; p = 0,008), incluindo aqueles para proteção contra a COVID-19 (OR = 1,37; CI = 1,00 – 1,88; p = 0,05) e medicamentos psicotrópicos sem prescrição (OR = 1,91; CI = 1,26 – 2,89; p = 0,0023), bem como tabaco (OR = 2,93; CI = 2,28 – 3,77; p < 0,001), cocaína (OR = 4,29; CI = 2,46 – 7,48; p < 0,001), e cannabis (OR = 2,19; CI = 1,78 – 2,71; p < 0,001). Ser do sexo feminino (OR = 0,66; CI = 0,55 – 0,79; p < 0,001) e frequentar aulas online equivalentes às presenciais (OR = 0,66; CI = 0,54 – 0,81; p < 0,001) foram fatores de proteção.Keywords:
Consumo Excessivo de Álcool; Pesquisadores; Saúde Mental; Consumo de Álcool; COVID-19.Conteúdo:
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Fatores associados ao consumo de álcool entre estudantes de pós-graduação no Brasil
Resumo (abstract):
Este estudo avaliou os fatores associados ao uso de álcool entre estudantes de pós-graduação brasileiros. Foi realizado um levantamento transversal com 5.112 estudantes de pós-graduação em todo o Brasil, entre maio e julho de 2022, utilizando um formulário eletrônico na plataforma Research Electronic Data Capture (REDCap). A análise dos dados empregou o modelo de Regressão Logística Ordinal com o uso de logits cumulativos no programa R. Houve maiores chances de uso de álcool entre estudantes de pós-graduação que enfrentaram dificuldades significativas para acessar a internet (OR = 2,25; CI = 1,51 – 3,38; p = 0,001),, aqueles que passavam mais de três horas diárias nas redes sociais (OR = 1,39; CI = 1,15 – 1,66; p = 0,005), usavam vários medicamentos (OR = 1,28; CI = 1,07 – 1,53; p = 0,008), incluindo aqueles para proteção contra a COVID-19 (OR = 1,37; CI = 1,00 – 1,88; p = 0,05) e medicamentos psicotrópicos sem prescrição (OR = 1,91; CI = 1,26 – 2,89; p = 0,0023), bem como tabaco (OR = 2,93; CI = 2,28 – 3,77; p < 0,001), cocaína (OR = 4,29; CI = 2,46 – 7,48; p < 0,001), e cannabis (OR = 2,19; CI = 1,78 – 2,71; p < 0,001). Ser do sexo feminino (OR = 0,66; CI = 0,55 – 0,79; p < 0,001) e frequentar aulas online equivalentes às presenciais (OR = 0,66; CI = 0,54 – 0,81; p < 0,001) foram fatores de proteção.Palavras-chave (keywords):
Consumo Excessivo de Álcool; Pesquisadores; Saúde Mental; Consumo de Álcool; COVID-19.Ler versão inglês (english version)
Conteúdo (article):
Factors Associated with Alcohol Use Among Graduate Students in BrazilFatores associados ao consumo de álcool entre estudantes de pós-graduação no Brasil
Factores asociados al consumo de alcohol entre estudiantes de posgrado en Brasil
1. Nayara Paula Fernandes Martins Molina - Faculty of Nursing at Ribeirão Preto, University of São Paulo, Ribeirão Preto, São Paulo, Brazil. University of São Paulo. E-mail: nayara.molina@usp.br ORCID: https://orcid.org/0000-0001-8771-9242
2. Gabriela Di Donato - Faculty of Nursing at Ribeirão Preto, University of São Paulo, Ribeirão Preto, São Paulo, Brazil. University of São Paulo. E-mail: gabriela2.donato@usp.br ORCID: https://orcid.org/0000-0001-9451-064X
3. Carlos Renato Tirapelli - Faculty of Nursing at Ribeirão Preto, University of São Paulo, Ribeirão Preto, São Paulo, Brazil. University of São Paulo. E-mail: crtirapelli@eerp.usp.br ORCID: https://orcid.org/0000-0002-9779-733X
4. Christopher Wagstaff - School of Nursing, Institute of Clinical Sciences, College of Medical and Dental Sciences, University of Birmingham, Birmingham, England, UK. E-mail: c.wagstaff@bham.ac.uk ORCID: https://orcid.org/0000-0002-8013-1195
5. Sandra Cristina Pillon - University of São Paulo. E-mail: pillon@eerp.usp.br Faculty of Nursing at Ribeirão Preto, University of São Paulo, Ribeirão Preto, São Paulo, Brazil. ORCID: https://orcid.org/0000-0001-8902-7549
6. Adriana Inocenti Miasso - Faculty of Nursing at Ribeirão Preto, University of São Paulo, Ribeirão Preto, São Paulo, Brazil. University of São Paulo. Email: amiasso@eerp.usp.br ORCID: https://orcid.org/0000-0003-1726-7169
Abstract
This study assessed the factors associated with the use of alcohol among Brazilian graduate students. A cross-sectional survey was conducted with 5,112 graduate students across Brazil between May and July 2022, using an electronic form on the Research Electronic Data Capture (REDCap) platform. The Ordinal Logistic Regression model with cumulative logits was used for the analysis in the R software. There were higher odds of alcohol use among graduate students facing significant difficulties in accessing the internet (OR = 2.25; CI = 1.51–3.38; p = 0.001), those spending more than three hours daily on social media (OR = 1.39; CI = 1.15–1.66; p = 0.005), using various medications (OR = 1.28; CI = 1.07–1.53; p = 0.008) including those for COVID-19 protection (OR = 1.37; CI = 1.00–1.88; p = 0.05) and psychotropic drugs without prescription (OR = 1.91; CI = 1.26–2.89; p = 0.0023), as well as tobacco (OR = 2.93; CI = 2.28–3.77; p < 0,001), cocaine (OR = 4.29; CI = 2.46–7.48; p < 0.001), and cannabis (OR = 2.19; CI = 1.78–2.71; p < 0,001). Being female (OR = 0.66; CI = 0.55–0.79; p < 0.001) and attending online classes equivalent to in-person ones (OR = 0.66; CI = 0.54 – 0.81; p < 0.001) were protective factors.
Keywords: Excessive Drinking; Researchers; Mental Health; Alcohol Drinking; COVID-19.
Resumo
Este estudo avaliou os fatores associados ao uso de álcool entre estudantes de pós-graduação brasileiros. Foi realizado um levantamento transversal com 5.112 estudantes de pós-graduação em todo o Brasil, entre maio e julho de 2022, utilizando um formulário eletrônico na plataforma Research Electronic Data Capture (REDCap). A análise dos dados empregou o modelo de Regressão Logística Ordinal com o uso de logits cumulativos no programa R. Houve maiores chances de uso de álcool entre estudantes de pós-graduação que enfrentaram dificuldades significativas para acessar a internet (OR = 2,25; CI = 1,51 – 3,38; p = 0,001),, aqueles que passavam mais de três horas diárias nas redes sociais (OR = 1,39; CI = 1,15 – 1,66; p = 0,005), usavam vários medicamentos (OR = 1,28; CI = 1,07 – 1,53; p = 0,008), incluindo aqueles para proteção contra a COVID-19 (OR = 1,37; CI = 1,00 – 1,88; p = 0,05) e medicamentos psicotrópicos sem prescrição (OR = 1,91; CI = 1,26 – 2,89; p = 0,0023), bem como tabaco (OR = 2,93; CI = 2,28 – 3,77; p < 0,001), cocaína (OR = 4,29; CI = 2,46 – 7,48; p < 0,001), e cannabis (OR = 2,19; CI = 1,78 – 2,71; p < 0,001). Ser do sexo feminino (OR = 0,66; CI = 0,55 – 0,79; p < 0,001) e frequentar aulas online equivalentes às presenciais (OR = 0,66; CI = 0,54 – 0,81; p < 0,001) foram fatores de proteção.
Palavras-chave: Consumo Excessivo de Álcool; Pesquisadores; Saúde Mental; Consumo de Álcool; COVID-19.
Resumen
Factores asociados al consumo de alcohol entre estudiantes de posgrado en Brasil
Este estudio evaluó los factores asociados al consumo de alcohol entre estudiantes de posgrado brasileños. Se realizó una encuesta transversal con 5.112 estudiantes de posgrado de todo Brasil, entre mayo y julio de 2022, utilizando un formulario electrónico en la plataforma Research Electronic Data Capture (REDCap). Para el análisis, se empleó el modelo de regresión logística ordinal con logits acumulativos en el software R. Se observaron mayores probabilidades de consumo de alcohol entre los estudiantes de posgrado que enfrentaban dificultades significativas para acceder a internet (OR = 2,25; IC = 1,51–3,38; p = 0,001), aquellos que pasaban más de tres horas diarias en redes sociales (OR = 1,39; IC = 1,15–1,66; p = 0,005), que utilizaban diversos medicamentos (OR = 1,28; IC = 1,07–1,53; p = 0,008), incluidos medicamentos para la protección contra la COVID-19 (OR = 1,37; IC = 1,00–1,88; p = 0,05) y psicotrópicos sin prescripción médica (OR = 1,91; IC = 1,26–2,89; p = 0,0023), así como consumo de tabaco (OR = 2,93; IC = 2,28–3,77; p < 0,001), cocaína (OR = 4,29; IC = 2,46–7,48; p < 0,001) y cannabis (OR = 2,19; IC = 1,78–2,71; p < 0,001). Ser mujer (OR = 0,66; IC = 0,55–0,79; p < 0,001) y asistir a clases en línea equivalentes a las presenciales (OR = 0,66; IC = 0,54–0,81; p < 0,001) fueron factores protectores.
Palabras clave: Consumo excesivo de alcohol; Investigadores; Salud mental; Consumo de alcohol; COVID-19.
Introducción
Las universidades son reconocidas por su diversidad y respetadas por sus conocimientos intelectuales, pero también son entornos en los que los estudiantes son susceptibles a factores que pueden repercutir en su salud mental y conductual 1,2. Entre estos factores, el consumo de alcohol es una variable considerable, especialmente entre los estudiantes de posgrado que se enfrentan a desafíos particulares en su trayectoria académica3.
El alcohol es la sustancia psicoactiva socializadora más consumida en todo el mundo3,4,5,6. El consumo abusivo y la dependencia del alcohol se asocian a un mayor riesgo de morbilidad, mortalidad y discapacidad, especialmente entre la población más joven y con mayor nivel educativo7,8,9.
Los estudiantes de posgrado están inmersos en la investigación, suelen tener múltiples responsabilidades y se ven sometidos a la presión de rendir académicamente a un alto nivel, lo que les confiere un perfil singular que justifica un análisis más profundo y específico10. La compleja naturaleza de la vida de los estudiantes de posgrado puede repercutir en su salud física, así como provocar síntomas de ansiedad, depresión y aislamiento social, y promover el consumo de sustancias, independientemente de su legalidad, como mecanismo de afrontamiento 11.
La evidencia ha puesto de manifiesto la importancia de investigar los patrones de consumo de alcohol en contextos académicos4,12. Un estudio realizado entre estudiantes de posgrado en el Reino Unido informó un aumento del 17% en el consumo nocivo de alcohol dentro de esta población durante la pandemia 13. Sin embargo, existe una brecha notable en la comprensión de los determinantes específicos asociados a aspectos de la salud mental entre los estudiantes de maestría y doctorado 2,14, así como de los patrones de consumo y los factores relacionados 15.
El estudio tuvo como objetivo abordar esta brecha de conocimiento evaluando no solo la prevalencia del consumo de alcohol entre estudiantes de posgrado brasileños, sino también identificando factores específicos asociados con estos patrones, como el nivel académico del estudiante, su salud, los contextos culturales y las características sociodemográficas. Comprender estos determinantes es crucial para el desarrollo de estrategias de promoción de la salud, intervenciones breves y una prevención más eficaz, adaptada a las necesidades específicas de esta población, que representa la principal fuerza de la investigación brasileña. Por estas razones, el estudio buscó identificar los factores asociados al consumo de alcohol entre estudiantes de posgrado en Brasil.00
Métodos
Se trata de un estudio transversal, analítico y observacional que emplea un enfoque de encuesta cuantitativa.
El presente estudio forma parte de un proyecto matriz, “La salud mental de los estudiantes de posgrado brasileños en tiempos de pandemia: daños y estrategia de promoción”. El proyecto sigue el Código de Ética de la Asociación Médica Mundial (Declaración de Helsinki) y fue aprobado por el Comité de Ética en Investigación bajo el Protocolo CAAE: 56048822.9.0000.5393.
Lugar del estudio
El estudio se realizó en línea en la plataforma Research Electronic Data Capture (REDCap) y se llevó a cabo de mayo a julio de 2022, en todo Brasil. Siguió las directrices recomendadas por el Reporting of Observational Studies in Epidemiology (STROBE) 16 y se orientó por la Checklist for Reporting Results of Internet E-Surveys (CHERRIES) 17.
Según datos de la Coordinación de Perfeccionamiento del Personal de Educación Superior (CAPES), antes del período de recolección de datos de esta investigación, había 388.629 estudiantes de posgrado registrados en 4.565 programas de posgrado (maestría y doctorado) en 498 instituciones de educación superior (IES) públicas y privadas en Brasil en 2019.
Muestra y recolección de datos
Cálculo del tamaño de la muestra:
Para el cálculo del tamaño de la muestra se consideró una prevalencia del 50%. Es importante destacar que, cuando no se dispone de información específica sobre la prevalencia del resultado, como es el caso del resultado del presente estudio, los análisis estadísticos estiman que calculando para un 50%, el tamaño muestral obtenido será suficiente para cualquier valor de prevalencia18.
Dada una fiabilidad del 1,5% y un intervalo de confianza del 95%, tratamos de obtener una muestra mínima de 4.222 participantes. Dado que la práctica estadística no establece un porcentaje específico de pérdidas que deba aceptarse universalmente, estimamos una tasa de pérdidas del 20% para tener en cuenta una alta probabilidad de que los alumnos no respondieran o respondieran de forma incompleta a la encuesta debido a las características específicas de la población objeto de estudio (como el número de actividades).
Para reclutar a los participantes, se envió un correo electrónico a todos los programas de posgrado brasileños, instándoles a distribuir una carta de invitación a sus estudiantes de posgrado con un enlace para acceder al formulario electrónico en la plataforma REDCap. La lista de programas de posgrado se obtuvo de la plataforma Sucupira del Sistema Nacional de Posgrado de Brasil19. La invitación fue enviada a los programas de posgrado porque en Brasil no existe un sistema de contacto directo con los estudiantes de posgrado.
Al acceder al enlace, se invitaba a los participantes a introducir sus datos personales, a leer el formulario de consentimiento y dar su consentimiento para el uso de datos anonimizados.
Criterios de inclusión y exclusión
Los criterios de inclusión exigían que los participantes fueran estudiantes de posgrado con 18 años o más, de cualquier género, residentes en Brasil y con acceso a Internet. El criterio de exclusión fue la cumplimentación incompleta del cuestionario.
Muestra y procedimiento de recolección de datos
Un total de 6.671 estudiantes de posgrado accedieron al formulario, la muestra consistió en 5.334 estudiantes de posgrado que cumplieron los criterios de elegibilidad y completaron el formulario en su totalidad.
Para la recolección de datos se utilizó una lista previa que contenía los registros de todos los Programas de Posgrado de las Instituciones de Educación Superior públicas de Brasil. La lista de correo electrónico de los Programas de Posgrado se obtuvo de la Plataforma Sucupira, que es un sistema de recolección de información, análisis y evaluaciones y se utiliza como base normalizadora del Sistema Nacional de Posgrado de Brasil.
Posteriormente, se envió un correo electrónico a todos los Programas de Posgrado solicitando el envío de una carta de invitación a todos los estudiantes de posgrado, junto con el enlace para acceder a los instrumentos de recogida de datos. De este modo, todos los estudiantes matriculados recibieron invitaciones para participar en la investigación.
Para minimizar los sesgos inherentes a las encuestas en línea, se pidió a los Programas de Posgrado que confirmaran que habían enviado la invitación a sus estudiantes de posgrado. Se utilizó una plataforma segura de recolección de datos para permitir el acceso al enlace en dispositivos móviles. Además, se garantizó la confidencialidad de toda la información.
Al acceder al enlace, se indicaba a los participantes que leyeran el formulario de consentimiento informado y dieran su consentimiento para el uso de datos anonimizados. Los que manifestaron interés en participar, tras aceptar el formulario de consentimiento informado, fueron dirigidos al cuestionario electrónico donde respondieron a las preguntas. La variable de resultado fue el consumo de alcohol, que se evaluó mediante el Test de Identificación de Trastornos debido al Consumo de Alcohol (AUDIT), y las variables independientes incluyeron información sociodemográfica, económica, académica, de salud física, de salud mental y relacionada con la COVID-19.
Medidas
La recolección de datos se realizó mediante una encuesta que contenía información sociodemográfica (edad, género, ingresos, orientación sexual, estado civil, presencia de hijos, etnia/raza, religión); aspectos académicos (programa de posgrado actual, a qué área de conocimiento de CAPES pertenecía su programa de posgrado, situación de becario, trabajo adicional además de los estudios de posgrado, horas dedicadas a los estudios de posgrado, si el estudiante tuvo clases a distancia durante la pandemia y si consideraba que las clases a distancia eran equivalentes a las clases presenciales, suspensión de cursos, necesidad de ampliación de plazos, acceso a Internet para actividades académicas); uso de redes sociales (plataformas de redes sociales utilizadas, horas diarias dedicadas a las redes sociales, insatisfacción con la apariencia cuando se accede a las redes sociales, insatisfacción con la vida cuando se accede a las redes sociales); variables físicas, de salud mental y relacionadas con la COVID-19 (cualquier problema de salud, uso continuado de medicación, uso de medicación sin receta, consumo de tabaco, miedo a contraer COVID-19 durante la pandemia, estado de inmunización contra COVID-19, pertenencia a un grupo de riesgo de COVID-19, uso de medicación sin la receta médica para la protección contra COVID-19, resultado positivo en las pruebas de COVID-19, recibir atención médica durante la pandemia, recibir asesoramiento psicológico durante la pandemia, diagnóstico de un problema de salud mental, miembro de la familia diagnosticado con un problema de salud mental, ausentarse de actividades debido a problemas de salud mental, consumo de sustancias psicotrópicas (consumo de drogas ilícitas), uso de medicamentos psicotrópica sin la prescripción médica.
El Test de Identificación de Trastornos debido al Consumo de Alcohol (AUDIT) es un instrumento de evaluación del patrón de consumo de alcohol desarrollado por la Organización Mundial de la Salud (OMS) 20 y traducido y validado para su uso en Brasil por Lima et al21. El AUDIT consta de 10 ítems sobre cantidad y frecuencia de consumo, síntomas de dependencia del alcohol y problemas relacionados con el consumo. Las puntuaciones totales oscilan entre 0 y 40 puntos, y se identifican cuatro zonas de riesgo: Zona I - bajo riesgo (0 a 7 puntos); Zona II - consumo de riesgo (8 a 15 puntos); Zona III - consumo perjudicial (16 a 19 puntos); y Zona IV - probable dependencia (20 a 40 puntos). Además de este sistema de clasificación, el AUDIT también se ha utilizado ampliamente con una puntuación de corte de ocho puntos (zona II-IV), que representa el consumo problemático de alcohol. 22.
Análisis estadístico
Una vez finalizada la recolección de datos, éstos se exportaron a Excel® y posteriormente analizados utilizando el software R23 con el paquete VGAM 24.
En la primera etapa del análisis, la selección de variables tuvo por objeto identificar las que eran estadísticamente significativas (α = 0,05) en el análisis bivariado. En la segunda etapa, la selección de variables se realizó mediante el método selección por pasos (Stepwise) empleando el Criterio Bayesiano de Información (CBI), considerando el supuesto de paralelismo para todas las variables.
Se utilizó la prueba de razón de verosimilitud (Likelihood Ratio Test) para evaluar la significación de las variables en cada fase de inclusión y exclusión de variables para comparar los modelos ajustados 25. Se empleó el modelo de Regresión Logística Ordinal con logits acumulativos, ya que la variable Estimación de Ecuaciones de Transición (EET) tiene categorías ordenadas (Zonas I-IV del AUDIT). Teniendo en cuenta el número de variables independientes analizadas en el modelo, se adoptó la hipótesis de probabilidades proporcionales. El análisis de multicolinealidad se realizó mediante el método del Factor de Inflación de la Varianza (FIV), con un punto de corte de 5 (problema de multicolinealidad si FIV > 5). Se adoptó un nivel de significación del 5% (α = 0,05) para todas las pruebas.
Resultados
Caracterización de los participantes
Participaron en el estudio 5.112 estudiantes de posgrado de todas las regiones brasileñas. Hubo predominio de participantes del sexo femenino (66,8%), con edad media de 33,1 años (Desvío Estándar = 8,27), solteros (56,1%), con renta mensual (>4 salarios mínimos) (86,1%), heterosexuales (77,3%), etnia/color de piel blanca (63,4%), sin hijos (75,4%), viviendo en hogares con tres o más personas (46,1%) y sin afiliación religiosa (41,4%).
En cuanto a las características académicas, algo más de la mitad cursaba una maestría (56,3%), en cursos en el área de las Ciencias de la Salud (23,6%). La mayoría había recibido clases a distancia durante la pandemia de COVID-19 (93,0%), consideraba que las clases a distancia no eran equivalentes a las presenciales (66,5%), experimentaba pocas dificultades para acceder a Internet (96,0%), estaba satisfecha con la enseñanza a distancia (54,6%), dedicaba hasta tres horas diarias al uso de las redes sociales (71,9%) y no se había ausentado de sus actividades en el último año (71,9%).
En cuanto a la información de salud de los participantes, el 16,9% pertenecía a un grupo de riesgo de COVID-19, el 8,5% declaró automedicarse para protegerse de la COVID-19, el 39,5% había utilizado algún tipo de medicación continua y el 32,8% utilizaba medicamentos sin la receta médica. En cuanto al uso de medicamentos psicotrópicos, el 22,1% empezó a usarlos durante la pandemia, el 19,5% ya los usaba antes de la pandemia y, además, el 8,4% de los participantes usaba medicamentos psicotrópicos sin la prescripción médica.
Entre los participantes, el 8,4% eran fumadores activos, el 15,9% consumían drogas ilícitas antes de la pandemia y el 4,3% empezaron a consumir drogas ilícitas durante la pandemia de COVID-19.
Factores asociados al consumo de alcohol
Entre los participantes, el 22,6% declaró no haber consumido alcohol en el último año; el 29,5%, declaró haber consumido una vez al mes o menos; el 29,3% de dos a cuatro veces al mes; el 14,8%, de dos a tres veces por semana, y el 3,8%, cuatro o más veces por semana.
Una posible explicación de este hallazgo es que los estudiantes de posgrado que percibían las clases a distancia como equivalentes a las presenciales eran más propensos a adoptar estrategias de adaptación positivas, lo que, a su vez, conducía a niveles de estrés más bajos y a una menor dependencia del alcohol como mecanismo de afrontamiento. Bahji et al. (2024), en su estudio con estudiantes de posgrado canadienses, respaldan los resultados de nuestro estudio, ya que los estudiantes que mostraron estrategias de protección también presentaron tasas más bajas de consumo de alcohol de alto riesgo. No obstante, esta relación debe ser explorada más a fondo en futuros estudios.
En cuanto a la clasificación del consumo de alcohol (AUDIT), el 78,2% de los participantes se clasificaron en la Zona I (Bajo riesgo), el 16,3% en la Zona II (Consumo de riesgo), el 2,9% en la Zona III (Consumo perjudicial) y el 2,6% en la Zona IV (Probable dependencia).
Las mujeres (34,2%) y los participantes que consideraban que las clases a distancia eran equivalentes a las presenciales (33,7%) tenían menos probabilidades de ser clasificados como bebedores problemáticos (Zonas II-IV del AUDIT) (Tabla 1).
Los factores de riesgo para el consumo problemático de alcohol (AUDIT) incluían experimentar dificultades significativas para acceder a Internet (OR = 2,25; IC = 1,51-3,38; p = 0,001), pasar más de tres horas al día en las redes sociales (OR = 1,39; IC = 1,15-1,66; p = 0,005) y haber requerido tiempo libre de actividades en el último año (OR = 1,32; IC = 1,10-1,58; p = 0,003) (Tabla 1).
Los participantes que utilizaban medicamentos de venta libre (OR = 1,28; IC = 1,07 - 1,53; p = 0,008), los que utilizaban medicamentos sin la prescripción médica para la prevención de la COVID-19 (OR = 1,37; IC = 1,00-1,88; p = 0. 05), y los que utilizaban medicamentos psicotrópicos, ya fuera sin receta (OR = 1,91; IC = 1,26-2,89; p = 0,0023) o con receta (OR = 1,29; IC = 1,06-1,57; p = 0,0097), tenían mayores probabilidades de consumo problemático de alcohol en comparación con los individuos de bajo riesgo (Tabla 1).
Los fumadores activos (OR = 2,93; IC = 2,28-3,77; p < 0,001), los que consumían cocaína antes de la pandemia (OR = 4,29; IC = 2,46-7,48; p < 0,001) y cannabis (OR = 2,19; IC = 1,78-2,71; p < 0,001) tenían mayores probabilidades de ser clasificados como bebedores problemáticos (AUDIT) (Tabla 1).
[Tabla 1]
Discusión
El estudio investigó los factores asociados al consumo de alcohol entre estudiantes de posgrado brasileños. El 77,4% de los participantes declararon que bebían alcohol y el 22,6% lo hacían de forma problemática.
En cuanto al consumo de alcohol por parte de los estudiantes de posgrado, un estudio similar3 mostró que un porcentaje semejante de 1.147 estudiantes universitarios en el área de la salud se encontraba en la zona de bajo riesgo (AUDIT). Aunque el mayor porcentaje de participantes en este estudio se encontraba en la zona de bajo riesgo, este comportamiento sigue representando un perjuicio para la salud, incluido un mayor riesgo de mortalidad, en particular por causas cardiovasculares 26.
El hecho de ser mujer se identificó como un factor protector, tal y como apoya la literatura 6,8, indicando un menor consumo de alcohol entre las mujeres. Es importante considerar que la asociación entre ser mujer y menor consumo de alcohol tiene causas multifactoriales, posiblemente involucrando una compleja interacción de factores como biológicos, socioculturales y genéticos3.
Los que declararon que consideraban que las clases a distancia eran equivalentes a las presenciales tenían menos probabilidades de consumir alcohol. Estar físicamente presente en las clases presenciales suele asociarse a interacciones sociales más intensas, como eventos y actividades extracurriculares. Participar a distancia puede reducir la presión social y proporcionar una mayor flexibilidad de horarios, aspectos que pueden reflejarse en un menor consumo de alcohol 27
Aquellos que declararon tener muchas dificultades para acceder a internet y que utilizaban las redes sociales durante más de tres horas diarias tenían mayores probabilidades de consumir alcohol. Por otro lado, contamos con los recursos tecnológicos derivados de la modernización y el acceso a internet y todos los beneficios que de ello se derivan. Sin embargo, el uso excesivo de la tecnología, especialmente entre los jóvenes, puede provocar dependencia, lo que puede llevar al desarrollo de trastornos mentales, alteraciones del sueño, irritabilidad, distanciamiento social y consumo de alcohol 28, 29.
Las frustraciones relacionadas con la falta de acceso o el acceso inadecuado a internet pueden ser un factor que lleve a consumir alcohol y otras drogas 30. Además, el uso diario de redes sociales puede ser tanto un riesgo como una protección para el consumo de alcohol y está relacionado con factores económicos, sociales y personales 29. El uso de internet, especialmente de los medios sociales, contribuye a la socialización y a la realización de investigaciones; no obstante, el aislamiento, el estrés y las incertidumbres sobre el futuro pueden haber influido en el aumento del consumo de alcohol 31, que también puede haber afectado a los estudiantes de posgrado durante la pandemia.
Durante la pandemia, estrategias como el aprendizaje a distancia y el aumento del uso de plataformas de redes sociales se convirtieron en esenciales para mantener las actividades académicas y las interacciones sociales 32-34. Estas herramientas desempeñaron un papel fundamental para permitir la continuidad de la educación y mitigar el aislamiento social entre los estudiantes. Sin embargo, las disparidades en el acceso a las tecnologías digitales, como la conectividad limitada a Internet, pueden haber contribuido a la vulnerabilidad de determinados grupos. En el presente estudio, la falta de acceso a Internet se asoció con un mayor riesgo de consumo de alcohol, lo que plantea la necesidad de seguir explorando cómo la exclusión digital puede interrelacionarse con los comportamientos de riesgo en el contexto pospandémico.
La falta de participación en actividades durante el último año debido a no sentirse bien se asoció con el consumo de alcohol entre los participantes. En el caso de los estudiantes de posgrado, el estrés y la incertidumbre sobre el futuro, así como la presión para producir conocimientos y completar investigaciones, han contribuido a una crisis de salud mental que ya era evidente antes de la pandemia. El consumo de sustancias psicoactivas genera una sensación de “bienestar”\' y relajación. El alcohol es fácilmente accesible, socialmente aceptado y ampliamente promovido en la sociedad. Por lo tanto, es necesario prestar mucha atención a las necesidades físicas, mentales y sociales de los estudiantes de posgrado 35.
Los participantes que consumían medicamentos de venta libre tenían mayores probabilidades de consumir alcohol. En los estudiantes de posgrado, el alcohol puede utilizarse como mecanismo de afrontamiento del estrés derivado de la presión académica, especialmente con relación a las publicaciones, los plazos, la carga de trabajo y la competitividad36. Las consecuencias de la sobrecarga de trabajo de los estudiantes de postgrado también pueden conducir al consumo de medicamentos sin la prescripción médica 37.
El uso inadecuado de medicamentos puede acarrear graves consecuencias para la salud, como dependencia y efectos adversos que pueden ser mortales 38. Se observa que cuanto mayor es el nivel de educación, mayor es la prevalencia de las prácticas de automedicación, entre otras razones, por el conocimiento y la disponibilidad de información sobre los signos y síntomas de las enfermedades y las posibilidades terapéuticas. Tales recursos proporcionan una mayor confianza en la automedicación39, 40. Además, se observa que las prácticas de automedicación en ambientes universitarios son más frecuentemente identificadas en aquellos que estudian en el área de la salud, especialmente debido al conocimiento farmacocinético y farmacodinámico de los medicamentos41.
Los participantes que utilizaban medicamentos para la prevención de la COVID-19 presentaban mayores probabilidades de consumo de alcohol. Cabe recordar que en el primer trimestre de la pandemia se produjo un aumento de casi el 200% en el consumo de medicamentos y vitaminas 42. Se consumieron en exceso, especialmente, vitaminas, antivirales y antiparasitarios, a pesar de que no existían pruebas científicas para el tratamiento de la COVID-1943. Las bebidas alcohólicas también se promocionaron a través de noticias falsas como una posible prevención para la COVID-19 44, lo que puede haber influido en el aumento del consumo de alcohol y medicamentos para protegerse contra la COVID-19 entre los estudiantes de posgrado.
Los participantes que consumían medicamentos psicotrópicos con y sin la receta médica tenían mayores probabilidades de consumir alcohol. El consumo de alcohol repercute en la salud física y mental del consumidor, aumentando la dependencia y la probabilidad de desarrollar problemas de salud mental 27. El uso de medicamentos psicotrópicos por parte de estudiantes de posgrado puede estar relacionado con la automedicación de síntomas de depresión, ansiedad, estrés e insomnio, frecuentemente identificados en personas que usan este tipo de medicamento, independientemente de que cuenten con prescripción médica o no14.
Los medicamentos recetados para tratar síntomas de angustia mental pueden almacenarse y utilizarse indebidamente sin la supervisión médica adecuada45. Es importante destacar que el uso combinado de medicamentos psicotrópicos con alcohol puede repercutir negativamente en la salud y aumentar el riesgo de muerte, incluso por suicidio14.
El mayor riesgo de consumo de alcohol entre los fumadores subraya la necesidad de una atención específica para esta población. Investigaciones con estudiantes universitarios de ciencias de la salud identificaron una relación entre el consumo de cigarrillos y alcohol, aunque el porcentaje de fumadores era bajo3, similar al hallazgo del presente estudio. La asociación negativa de estas sustancias, además de aumentar la dependencia, contribuye a una mayor ocurrencia de eventos cardiovasculares malignos, cáncer, aumento de la morbilidad, mortalidad y discapacidades 6, 9.
Quienes consumían cocaína y cannabinoides antes de la pandemia tenían mayores probabilidades de consumir alcohol, y esta relación entre drogas legales e ilegales está bien documentada en la literatura 6, 46. El consumo de drogas ilegales ha aumentado más de un 20% en la última década, siendo la población más joven la más susceptible de consumirlas, así como la más propensa a desarrollar trastornos mentales asociados al consumo de drogas 46.
Las investigaciones realizadas en distintos países sobre el consumo de alcohol y drogas durante la pandemia revelaron que más del 60% de los países informaron un aumento del consumo de alcohol y el 42% de un aumento del consumo de cannabis, incluidos tanto la marihuana como los cannabinoides sintéticos 46.
En el entorno académico, en el que se encuentran los estudiantes de postgrado, el consumo de sustancias para aliviar la tensión y el estrés se percibe como una estrategia de afrontamiento, que puede haberse exacerbado durante la fase más crítica de la pandemia de COVID-19. Sin embargo, durante la cuarentena que se produjo en la mayor parte del mundo y el cierre de los locales que servían bebidas alcohólicas durante los encierros, surgieron algunos aspectos problemáticos, como la abstinencia alcohólica y la toxicidad 47.
Las conclusiones de este estudio deben interpretarse a la luz de sus limitaciones. La primera limitación se refiere al diseño transversal, que no permite establecer la causalidad. Además, a pesar del gran tamaño de la muestra, existía un riesgo de sesgo de selección, ya que los voluntarios podían estar preocupados por su salud mental y tener características diferentes a las de la población general. Por último, los cuestionarios autoadministrados pueden introducir errores de recuerdo y sesgo de respuesta, ya que los participantes pueden ser reacios a revelar información sensible o embarazosa 48-50. A pesar de estas limitaciones, este estudio pone de manifiesto la gran vulnerabilidad de los estudiantes de posgrado al consumo de alcohol y sus consecuencias.
Este estudio examina factores específicos asociados a los patrones de consumo de alcohol durante el período de la COVID-19. Al identificar los factores conductuales y contextuales clave vinculados al consumo de alcohol entre los estudiantes de posgrado brasileños, este estudio aporta evidencia fundamental para orientar estrategias de prevención específicas y políticas de salud en el ámbito académico.
Apoyo financiero
Este estudio fue financiado en parte por la Coordinación para el Perfeccionamiento del Personal de Enseñanza Superior - Brasil (CAPES) - Código Financiero 001 y por el Consejo Nacional de Desarrollo Científico y Tecnológico (CNPq): Proceso: 309958/2023-7.
Agradecimientos
Los autores agradecen a la universidad y a los participantes implicados en este estudio.
*Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, Brasil (CAPES; Código Financiero 001).
** Beca de la Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) –CAPES/ PRINT/ EERP - Universidad de São Paulo /Universidad de Birmingham UK.
Miyeko Hayashida e Jonas Bodini Alonso – por su ayuda en el análisis de los datos de este estudio.
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