0395/2025 - Assessment of institutional capacities for SUS resilience based on the Building Blocks defined by the World Health Organization Avaliação das capacidades institucionais para resiliência do SUS a partir dos Blocos de Construção definidos pela Organização Mundial de Saúde
This study proposes a new version of the Coefficient of Resilience in Health (CoReS) to assess the resilience potential of public health systems in Brazil. An ecological study was conducted using data from the Unified Health System (SUS) between 2010 and 2022. The indicators analyzed were from the WHO Building Blocks, whose dimensions are leadership and governance, workforce, information systems, medical products and technologies, service delivery, and financing. The normalization of the data and the application of an average coefficient allowed a comparative assessment between the Brazilian capitals. The results show a significant heterogeneity in the resilience capacities of the capitals. São Paulo had the highest CoReS (0.78), while Macapá had the lowest (0.25). The governance and information systems dimensions showed robust performance, while medicines and human resources had the worst indices, below 0.25, highlighting the need for intervention in these areas. CoReS is a promising tool for assessing and improving the resilience of health systems. The data suggests that targeted interventions are urgently needed, especially in the weakest dimensions, and that innovative approaches can contribute to more effective and equitable public health decisions that make the SUS more resilient.
Keywords:
Health System Resilience; Health Evaluation; Indicators (Statistics); Public Health Systems
Avaliação das capacidades institucionais para resiliência do SUS a partir dos Blocos de Construção definidos pela Organização Mundial de Saúde
Abstract(resumo):
Este estudo propõe uma nova versão do Coeficiente de Resiliência em Saúde (CoReS) para avaliar o potencial de resiliência dos sistemas públicos de saúde no Brasil. Foi realizado um estudo ecológico utilizando dados do Sistema Único de Saúde (SUS) entre 2010 e 2022. Os indicadores analisados foram os Building Blocks da OMS, cujas dimensões são liderança e governança, força de trabalho, sistemas de informação, produtos e tecnologias médicas, prestação de serviços e financiamento. A normalização dos dados e a aplicação de um coeficiente médio permitiram uma avaliação comparativa entre as capitais brasileiras. Os resultados mostram uma heterogeneidade significativa nas capacidades de resiliência das capitais. São Paulo apresentou o maior CoReS (0,78), enquanto Macapá apresentou o menor (0,25). As dimensões governança e sistemas de informação apresentaram desempenho robusto, enquanto medicamentos e recursos humanos apresentaram os piores índices, abaixo de 0,25, evidenciando a necessidade de intervenção nessas áreas. O CoReS é uma ferramenta promissora para avaliar e aprimorar a resiliência dos sistemas de saúde. Os dados sugerem que intervenções direcionadas são urgentemente necessárias, especialmente nas dimensões mais frágeis, e que abordagens inovadoras podem contribuir para decisões de saúde pública mais eficazes e equitativas, que tornem o SUS mais resiliente.
Keywords(palavra-chave):
Resiliência do Sistema de Saúde; Avaliação em Saúde; Indicadores (Estatísticas); Sistemas de Saúde Pública
Jatobá, A, Nunes, PC, Palmieri, P, Machado, O, Simões, P, Carvalho, PVR. Assessment of institutional capacities for SUS resilience based on the Building Blocks defined by the World Health Organization. Cien Saude Colet [periódico na internet] (2025/Nov). [Citado em 13/03/2026].
Está disponível em: http://cienciaesaudecoletiva.com.br/en/articles/assessment-of-institutional-capacities-for-sus-resilience-based-on-the-building-blocks-defined-by-the-world-health-organization/19871