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0351/2024 - Barreiras para o aconselhamento sobre atividade física reportadas por profissionais da Atenção Primária à Saúde de duas cidades do Sul do Brasil
Barriers to physical activity counseling reported by Primary Health Care professionals of two cities in Southern Brazil

Author:

• Lucas Gomes Alves - Alves, L.G - <lucasgoal1992@gmail.com>
ORCID: https://orcid.org/0000-0003-0670-4159

Co-author(s):

• Alice Tatiane da Silva - Silva, A.T - <silva.alice@outlook.com>
ORCID: https://orcid.org/0000-0002-9286-4345
• Adalberto Aparecido dos Santos Lopes - Lopes, A.A.S - <aadalberto@hotmail.com>
ORCID: https://orcid.org/0000-0002-3001-6412
• Sheylane de Queiroz Moraes - Moraes, S.Q - <moraessheylane@gmail.com>
ORCID: https://orcid.org/0000-0002-2389-7426
• Bruno Giglio de Oliveira - Oliveira, B.G - <gigliobruno@hotmail.com>
ORCID: https://orcid.org/0000-0003-2548-7321
• Paulo Henrique Guerra - Guerra, P.H - <paulo.guerra@unesp.br>
ORCID: https://orcid.org/0000-0003-4239-0716
• Cassiano Ricardo Rech - Rech, CR - <cassiano.rech@ufsc.br>
ORCID: https://orcid.org/0000-0002-9647-3448
• Rogério César Fermino - Fermino, R.C - <rogeriofermino@utfpr.edu.br>
ORCID: https://orcid.org/0000-0002-9028-4179


Abstract:

O objetivo deste estudo foi testar a associação entre características sociodemográficas e laborais, conhecimento, nível de atividade física (AF), aconselhamento, cidade e cada barreira para o aconselhamento sobre AF reportada por profissionais da Atenção Primária à Saúde (APS) no Brasil. Foi realizado um estudo transversal em duas cidades da região sul, com amostra representativa de 497 agentes comunitários de saúde (ACS – 44,2%), enfermeiros (29,4%) e médicos (26,4%) que trabalhavam em 64 Unidades Básicas de Saúde (UBS). As barreiras mais relatadas foram a “falta de tempo” (54%), “falta de material educativo” (47%) e “falta de conhecimento ou treinamento” (45%). A “falta de tempo” foi maior em profissionais de 18-39 anos (63% vs. 42%, p<0,001), aqueles com ensino superior completo (65% vs. 30%, p<0,001), médicos (71% vs. 63% em enfermeiros e 30% em ACS, p<0,001) e que trabalhavam na UBS a um período ≤36 meses (68% vs. 45%, p<0,001). A “falta de evidências sobre os benefícios da AF” foi significativamente associada a 73% dos preditores explorados (p<0,05). Conclui-se que as barreiras variam conforme as características dos profissionais de saúde. Estes resultados poderiam ser utilizados para orientar a formação continuada para o aconselhamento sobre AF na APS.

Keywords:

Aconselhamento Diretivo; Atividade Motora; Pessoal de Saúde; Promoção de Saúde; Estudos Epidemiológicos.

Content:

Access Issue in Scielo

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Cite

Alves, L.G, Silva, A.T, Lopes, A.A.S, Moraes, S.Q, Oliveira, B.G, Guerra, P.H, Rech, CR, Fermino, R.C. Barreiras para o aconselhamento sobre atividade física reportadas por profissionais da Atenção Primária à Saúde de duas cidades do Sul do Brasil. Cien Saude Colet [periódico na internet] (2024/Oct). [Citado em 28/01/2026]. Está disponível em: http://cienciaesaudecoletiva.com.br/en/articles/barreiras-para-o-aconselhamento-sobre-atividade-fisica-reportadas-por-profissionais-da-atencao-primaria-a-saude-de-duas-cidades-do-sul-do-brasil/19399



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