0290/2025 - The structure of Brazilian PHC units: what has changed between 2012 and 2024? A estrutura das UBS brasileiras: o que mudou entre 2012 e 2024?
The structural typology of PHC units (UBS) was drawn up based on the results of the 2024 National Census of PHC units, and the results were compared with those of 2012. Types of team, diversity of professionals, shifts, services available and facilities and supplies were the sub-dimensions used. A reference standard was set for each sub-dimension and a standardized score was calculated, with 1 being the best. Of the 44,937 UBS that took part in the Census, 43,209 had complete information on the variables and were analyzed. The final average score was 0.878, 20% higher than in 2012. The sub-dimension with the worst score was “types of teams” and the best was “shifts”. The units were grouped according to their final score from best to worst: A, B, C, D, E. All regions increased the percentage of UBS in groups A and B, especially the North and Northeast. Type A was observed in 21.3 % of UBS, a 4.4-fold increase compared to 2012. Advances in infrastructure conditions, shifts and the increased presence of doctors indicate the effects of policies aimed at expanding access to PHC. However, essential components for comprehensive PHC still deserve attention, such as the presence of a sufficient number of Community Health Workers-CHW, universal dispensing of medicines and equalization between oral health teams and family health teams.
Keywords:
Primary Health Care; Health Services Evaluation; Health Centers, Structure of Services
A estrutura das UBS brasileiras: o que mudou entre 2012 e 2024?
Abstract(resumo):
A tipologia da estrutura das UBS foi elaborada com base nos resultados do Censo Nacional das UBS de 2024, os resultados foram comparados com os de 2012. Tipo de equipe, diversidade de profissionais, turnos de funcionamento, serviços disponíveis e instalações e insumos foram as subdimensões utilizadas. Para cada subdimensão foi definido padrão de referência e calculado escore padronizado, sendo 1 o melhor. Das 44.937 UBS que participaram do Censo, 43.209 apresentavam informações completas das variáveis e foram analisadas. O escore médio final foi de 0,878, 20% maior que o de 2012. A subdimensão com pior escore foi “tipos de equipes” e a melhor “turnos de funcionamento”. As unidades foram agrupadas de acordo com o seu escore final da melhor para a pior: A, B, C, D, E. Todas as regiões aumentaram os percentuais de UBS nos grupos A e B, especialmente Norte e Nordeste. O tipo A foi observado em 21,3 % das UBS, crescimento de 4,4 vezes comparando com 2012. Avanços nas condições de infraestrutura, nos turnos de funcionamento, bem como no aumento da presença de médicos indicam efeitos de políticas destinadas à ampliação do acesso à APS. No entanto, ainda merecem atenção componentes essenciais para a oferta de APS abrangente, como a presença de ACS em número suficiente, dispensação universal de medicamentos e equiparação entre equipes de saúde bucal e equipes de saúde da família
Keywords(palavra-chave):
Atenção Primária à Saúde, Avaliação de Serviços de Saúde, Unidade Básicas de Saúde, Estrutura dos Serviços
Bousquat, A., Schenkman, S, Almeida, PF, Mota, PHS, Giovanella, L. The structure of Brazilian PHC units: what has changed between 2012 and 2024?. Cien Saude Colet [periódico na internet] (2025/Aug). [Citado em 21/06/2026].
Está disponível em: http://cienciaesaudecoletiva.com.br/en/articles/the-structure-of-brazilian-phc-units-what-has-changed-between-2012-and-2024/19766?id=19766